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Distúrbios do sono durante a gravidez

On 18 de maio de 2012, in Durante a gravidez, by comoengravidar
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É muito comum que as grávidas tenham problemas com o sono devido a vários fatores: mudanças hormonais, falta de posição, excesso de peso, oscilação do metabolismo, vontade recorrente de ir ao banheiro e mudanças físicas e psicológicas.

Os distúrbios de sono não são uma doença, mas sim um sintoma que pode ter algo de errado e precisa ser corrigido. Procure seu médico para começar o tratamento o mais cedo possível para tornar seu sono melhor.

As consequências

Os maiores efeitos colaterais do sono desregulado são:

- Alterações de humor;
- Brigas com o parceiro;
- Crises de angústia;
- Queda de imunidade;
- Aumento da ansiedade.

Controlando

Geralmente, o tratamento é feito assim:

- Mantendo pressão e peso estáveis;
- Pratica de exercícios;
- Dieta balanceada;
- E se necessário, uso de medicamentos para ansiedade.

As fases

1º trimestre: alterações no metabolismo, com sono muito forte a qualquer hora do dia.

2 º trimestre: vontade constante de ir ao banheiro, originada pelos estímulos hormonais e pelo peso do útero na bexiga.

3º trimestre: a mulher tem dificuldade em achar uma posição confortável para dormir e o metabolismo se acelera, com os hormônios trabalhando para que a gestante durma menos e a preparando para o processo de amamentação e cuidados intensos maternos. Ao final, ainda, a sensação de fadiga e peso é mais forte.

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É extremamente perigoso fazer dieta o tempo inteiro, diminuir radicalmente as calorias e praticar exercícios físicos em excesso durante a gravidez, pois pode prejudicar, e muito, a saúde da mãe e do bebê. Infelizmente, esse comportamento, chamando de pregorexia, está cada vez mais comum entre grávidas. A palavra Pregorexia vem da união entre pregnancy (gravidez) e orexia (apetite).

A cultura da magreza

Alguns especialistas acreditam que a pregorexia está ligada a valorização cultural da magreza e a pressão que a sociedade faz. O fato de muitas famosas magérrimas aparecerem na mídia grávidas (geralmente é só a barriga que cresce mesmo), contribue para a situação.

Tenha uma gestação saudável

O estado nutricional da grávida é um fator importante para uma gestação saudável e sem complicações. E com a presença da pregonexia, o IMC (índice de massa corporal) e a falta de nutrientes podem trazer risco para a gravidez, aumentando a chance de parto prematuro e crescimento fetal restrito, além de um risco maior de mortalidade materna. As gestantes com transtorno alimentar estão sujeitas a complicações cardiovasculares, digestivas, endócrinas, ósseas e hematológicas.

Diagnóstico rápido ajuda na recuperação

Os médicos devem estar atentos para diagnosticar e saber diferenciar as mulheres com transtorno alimentar, daquelas que estão apenas descontentes com o corpo durante a gravidez. O tratamento deve ser sempre multidisciplinar, com acompanhamento de nutrólogo, psiquiatra, psicólogo e nutricionista.

Uma pesquisa publicada pelo Journal of Epidemiology and Community Health, mostra que beber até dois copos de bebida alcoólica por semana durante a gravidez não prejudica nem põe em risco o bebê. Na realidade, o consumo até ajuda: as crianças que tiveram mães que beberam pouco durante esses 9 meses são menos suscetíveis a problemas comportamentais e tem melhores resultados em testes cognitivos e de comportamento.

O que se acreditava

Acreditava-se que ao ingerir a bebida alcoólica, as substâncias eram transferidas para a placenta, que por sua vez passava para o feto. Porém, através dessa pesquisa, ficou constatado que as crianças que apresentaram problemas emocionais e comportamentais foram aquelas cujo as mães bebiam constantemente durante a gestação.

Não abuse

Apesar da pesquisa, lembre-se que beber com moderação tem significados diferentes para cada pessoa, então, se você possui alguma dúvida, fale com seu médico e, até lá, fique longe da bebida.

Cuidado: o estresse prejudica a ovulação

On 17 de maio de 2012, in Clínicas, by comoengravidar
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Um estudo publicado pela revista Fertility and Sterility relatou que, mesmo se for baixo, o nível de estresse afeta diretamente a fertilidade das mulheres. Para que a ovulação ocorra corretamente, é preciso uma mudança sincronizada dos hormônios e o estresse libera esses hormônios direto pra corrente sanguínea, interferindo na ovulação e dificultando a fertilidade.

Em alguns casos, o estresse ainda pode diminuir a ovulação e a receptividade endometrial, reduzindo as chances do embrião ser implantado (naturalmente ou não) no útero. Em casos mais graves, pode causar da menorreia, que é a ausência da menstruação.

Qualidade de vida

É preciso estar sempre atenta a qualidade de vida, já que isso traz benefícios a longo prazo. Dormir bem, se alimentar de forma adequada, praticar exercícios e não ter vícios (em álcool, drogas e tabaco), são formas de preservar-se.

O corpo da mulher passa por mudanças antes, durante e depois da ovulação. É com a ajuda dessas pistas biológicas que você pode saber o momento certo para conseguir engravidar.

Fique atenta aos sinais pois, como os óvulos sobrevivem entre 12 e 48 horas enquanto o esperma vive mais tempo, se a mulher mantiver relações sexuais desprotegidas já nos primeiros sinais, ela pode engravidar porque o espermatozoide ainda pode estar vivo na hora da ovulação.

Secreção vaginal

Esse é o primeiro sinal de que a ovulação está chegando. Essa secreção, que tem uma aparência de clara de ovo crua, é uma espécie de lubrificante que ajuda os espermatozoides a entrarem pelo canal vaginal.

Temperatura

A temperatura do corpo da mulher passa por uma leve elevação durante o período fértil. Se você souber medir de maneira correta, saberá que a ovulação está chegando, por isso é importante medir a temperatura diariamente, logo depois que acordar e sem levantar da cama.

Caso a temperatura tenha uma leve queda e no dia seguinte aumentar um pouco, é sinal de ovulação. O período fértil termina depois do quarto dia de temperatura mais alta.

Aumento da libido e apetite

A progesterona, hormônio produzido apenas durante a ovulação, é a responsável pelo aumento da temperatura e do desejo sexual da mulher. Quando o nível dessa substância está mais alto, sente-se mais fome.

Dor na pélvis

Algumas mulheres podem ter uma dor pélvica e ela é a indicação concreta de que ela está ovulando.